19 de abril de 2024
REPERCUSSÃO • atualizado em 22/02/2024 às 10:16

Presidente da Comigo afirma que crianças veem pornografia nas escolas; deputados reagem

aS comentários levantaram críticas e demandas por retratação por parte da deputada Bia de Lima (PT), ligada à categoria dos professores
Bia de Lima e presidente da Comigo, Antônio Chavaglia (Foto: Divulgação)
Bia de Lima e presidente da Comigo, Antônio Chavaglia (Foto: Divulgação)

Durante o lançamento da Tecnoshow na manhã desta quarta-feira (21), em Rio Verde, o presidente do Conselho de Administração da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (Comigo), Antonio Chavaglia, fez declarações que causaram polêmica e indignação na Assembleia Legislativa.

Em entrevista coletiva, Chavaglia sugeriu que a falta de conhecimento da população sobre o agronegócio tem origem nas escolas, afirmando que “crianças aprendem pornografia nas escolas” e que “professores andam nus”. Tais comentários levantaram críticas e demandas por retratação por parte da deputada Bia de Lima (PT), ligada à categoria dos professores.

Diante da repercussão, Chavaglia foi procurado pela reportagem, onde rapidamente mencionou “distorções e manipulações na fala”, prometendo contato posterior por meio de sua assessoria, o que não se concretizou. Mais tarde, enviou um vídeo destacando a importância do agronegócio e minimizando a controvérsia.

Deputada repudia comentários e exige retratação

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Em sua manifestação, a deputada criticou duramente os comentários do presidente da Comigo, questionando a realidade por trás de suas afirmações e enfatizando o compromisso diário dos professores com a melhoria da educação em Goiás e no Brasil. Além disso, Bia de Lima demandou provas das alegações feitas por Chavaglia, ressaltando que tais acusações demandam comprovação e que todas as medidas cabíveis serão tomadas.

Deputado defende presidente da Comigo

Em contrapartida, o deputado Amaury Ribeiro (UB) utilizou a tribuna para defender o presidente da Comigo, destacando sua reputação como produtor rural respeitável. Exibindo manchetes jornalísticas sobre casos de professores afastados de suas funções, o legislador enfatizou a existência de profissionais que, assim como em outras categorias, não se adequam aos padrões éticos esperados.

Procurada para comentar sobre a controvérsia, a secretária de Educação, Fátima Gavioli, preferiu não emitir declarações a respeito do assunto.


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