28 de fevereiro de 2024
Destaques • atualizado em 18/02/2021 às 13:56

Pellozo segue nota técnica do estado e determina restrições no funcionamento do comércio em Senador Canedo

O prefeito de Senador Canedo, Fernando Pellozo (PSD), informou que vai seguir as determinações da nota técnica da Secretaria de Saúde de Goiás e adotará medidas mais restritas para o comércio do município.

“Nós fizemos uma reunião ontem com o nosso comitê e resolvemos seguir a nota técnica do estado. Tendo em vista que nós estamos classificando a cidade como crítica com relação à essa segunda onda da pandemia. Com isso o comércio em geral deve funcionar com 50% da capacidade máxima e os lugares como bares, igrejas, restaurantes, que têm um potencial maior vão poder funcionar com apenas 30% de sua capacidade. Também vamos seguir a recomendação de fechamento de bares e distribuidoras a partir das 22h”, explicou o prefeito em entrevista à Rádio Bandeirantes, na manhã desta quinta-feira (18/2).

O chefe do Executivo canedense pontuou que não se trata de uma medida de fechamento do comércio e de nenhuma atividade da cidade, mas apenas um restrição de funcionamento.

“Não é o fechamento, é a restrição do funcionamento, por exemplo: um restaurante que tenha 40 mesas, ele vai poder usar apenas 30% disso. Então ele vai abrir, mas vai poder usar 12 mesas, por exemplo”, disse.

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“Quando você opera, depois da cirurgia você vai pra UTI. E aí nesses próximos dias que são o pico da segunda onda, se alguém precisar de UTI, e ela estiver ocupada… porque a cirurgia eletiva relativamente ela pode aguardar porque ela tem risco pequeno, e um infectado pela covid ele tem risco grande. Então essa portaria suspendendo por 20 dias foi para isso.”, constatou.

Fernando Pellozo informou também que a testagem para covid-19 no município continua e explicou que herdou uma situação complicada da gestão passada, de pessoas que faziam o teste mais de uma vez.

“A testagem ela já está acontecendo em duas unidades daqui, seguindo critérios médicos, porque quando a gente pegou estava sem critério, às vezes um paciente chegava a fazer cinco testagem numa semana e isso impossibilita que outras pessoas pudessem fazer o teste”, concluiu.  


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