Novos tamanhos de famílias ditam tendência de moradias em Goiânia

Dados apresentados por órgãos como IBGE e Pnad mostram que as famílias, hoje, são compostas por menos de 3 pessoas e que o tradicional modelo de 4 integrantes fica apenas com 33% dos arranjos modernos

O mais recente estudo “Fotografia do Brasil”, da Globo Sintonia, feito com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2018, mostrou que a média de pessoas por domicílio é de menos de 3 pessoas, sendo 2,9 moradores por casa. O levantamento aponta também, que 15% dos domicílios no País são de apenas um morador e 26% são compostos por dois ou três membros. Já famílias constituídas por quatro integrantes ou mais, correspondem a 33% desse total. Essa é uma realidade muito diferente do que acontecia na década de 1960, quando a grande maioria das famílias era composta por oito membros, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esses novos arranjos familiares transformaram o jeito de morar, principalmente nos centros urbanos, onde os lares são dispostos verticalmente, em arranha-céus residenciais que se adaptaram às novas necessidades.  Seja para famílias tradicionais, casais sem filhos, ou solteiros. “Já é uma realidade no mercado desenvolver plantas flexíveis para os consumidores de diferentes estilos de vida e com diferentes necessidades de moradia. Não existe mais espaço para projetos engessados e que seguem uma fórmula única para cada família”, Pontua  Marcelo Borges, diretor da Terral Incorporadora, que trouxe em um novo projeto, essa tendência de abrigar em um só lugar, uma diversidade de plantas e metragens para apartamentos que tem o mesmo padrão de construção.

A incorporadora de Marcelo se embasou nas pesquisas e apresenta uma empreendimento com 4 plantas que variam de 69 m² à 121 m². O Full Bueno tem projeto arquitetônico assinado pelo renomado arquiteto goiano Alexandre Leite, e será erguido no segundo bairro mais mais valorizado de Goiânia. De acordo com o empresário, o grande diferencial do empreendimento é justamente um dos tamanhos dos apartamentos oferecidos para o Baixo Bueno, como é conhecida a região da T8, que não recebe há muito tempo lançamentos com metragens menores, que atende justamente os novos formatos de famílias da atualidade.  

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“Conseguimos desenvolver um projeto mais compacto e com isso mantivemos todos os diferenciais de tecnologias, de qualidade construtiva, lazer e conforto que existem em qualquer imóvel de alto padrão”, destaca o incorporador na apresentação do projeto. Ele avalia que o empreendimento vai democratizar o acesso ao bem-estar proporcionado pela rede de serviços que o bairro possui. 

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