25 de fevereiro de 2024
Destaques • atualizado em 23/02/2021 às 09:21

“Março será o pior mês que vamos enfrentar”, diz Caiado sobre a pandemia

Ronaldo Caiado em reunião com prefeitos do interior. Foto: Secom.
Ronaldo Caiado em reunião com prefeitos do interior. Foto: Secom.

O governador Ronaldo Caiado (DEM) proferiu uma fala demostrando preocupação no que se refere à pandemia da covid-19. Nesta segunda-feira (22/2) ele reforçou o pedido de conscientização da população goiana devido ao aumento dos números dos casos da doença.

“Março será o pior mês que vamos enfrentar a Covid-19 com essas variantes que chegaram até nós. Por favor, eu peço que mantenham o uso de máscara, o afastamento, a higienização das mãos, porque a demanda está sendo muito maior que na primeira onda”, continuou o governador durante entrevista coletiva na Faculdade da Polícia Militar de Goiás, em Goiânia.

Caiado afirmou ainda que todas as ações do estado nos últimos meses têm sido no sentido de reduzir os impactos da pandemia e de salvar vidas, porém o governador explicou que somente aumentar números de UTIs não resolvem o problema.

“Estamos hoje com muito mais leitos de enfermaria e de UTI (Unidades de Terapia Intensiva) do que na primeira onda, e a demanda está cada dia maior. Só nesta semana serão mais 50 leitos abertos”, assegurou.

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“Se não tivermos a contrapartida da população, fica difícil. Já disse e repito: há limitação, principalmente das nossas equipes na área de saúde. Estão estafadas, sobrecarregadas, alguns não suportam a carga do volume de trabalho e isto tem sido um fator extremamente preocupante”, ressaltou.

O chefe do Executivo de Goiás destacou também o plano criado, na última semana, pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO), classificando as regiões conforme a gravidade da curva de contágio pela Covid-19 e outros indicadores.

O governador destacou a importância “da ação de decisão dos prefeitos, junto à fiscalização que será implantada pelo Ministério Público de Goiás” em relação às possíveis novas regras adotadas por cada município. E ainda, a expectativa de reduzir o número de pessoas acometidas pela doença a partir dessa estratégia conjunta. “As nossas medidas são essas, que já tomamos. Continuaremos a avaliação, região a região. É lógico que em um parâmetro de uma semana pode ser mudado, e espero que sim”, concluiu.


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