24 de fevereiro de 2024
EMOCIONANTE • atualizado em 08/02/2024 às 10:43

Jornalista da TV Brasil Central, retira peruca ao vivo e compartilha sua batalha contra o câncer: “lutando pela vida”

O linfoma difuso de grandes células B, representa 30% dos linfomas não Hodgkin e é o mais comum entre eles
Jornalista Eva Taucci emociona telespectadores ao compartilhar jornada contra o câncer (Foto: Reprodução)
Jornalista Eva Taucci emociona telespectadores ao compartilhar jornada contra o câncer (Foto: Reprodução)

Em tratamento oncológico por conta de um linfoma não hodgkin de grandes células B do mediastino, a jornalista Eva Taucci surpreendeu os telespectadores ao retirar a peruca para apresentar o matinal O Mundo em Sua Casa, nesta quinta-feira (8), exibido pela TV Brasil Central. Emocionada, ela contou sobre a superação contra a doença e disse que tem lutado por sua vida.

“Eu quero pedir licença para vocês porque quero apresentar esse jornal sem peruca. Eu quero apresentar assim como eu estou, paciente oncológico, para mostrar minha cara, que eu também sou capaz, posso ser feliz e posso apresentar um jornal embora esteja doente. A partir de agora, vou deixar a peruca, limpar as lágrimas e apresentar o jornal”, destacou antes de iniciar a apresentação do jornal que é retransmitindo tanto pela TV quanto pela Rádio Brasil Central.

Pouco antes, ainda usando peruca, ela disse que estava ali representando pessoas na mesma situação mas que seguia firme na batalha contra a doença. “Eu tô passando por uma luta pessoal, um tratamento de câncer”, disse tentando segurar as lágrimas. 

“Eu quero pedir licença a vocês, para poder representar aqui os pacientes que lutam contra essa doença e que são julgados. Eu quero dizer que isso não é uma sentença de morte, é a luta pela vida. Eu já não tenho mais cabelos. Estou usando uma peruca”, completou.

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O linfoma difuso de grandes células B começa como uma massa de crescimento rápido em órgãos como intestinos, ossos, cérebro, medula ou em um gânglio linfático, mas reage bem ao tratamento, tanto que 75% dos pacientes deixam de apresentar sintomas após a terapia inicial e metade deles fica curada.


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