Presidente da ADIAL, Otávio Laqe Siqueira Filho, revela que empresários tem crédito a receber do governo (foto Wirley Alves)
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O uso do adiantamento como forma de antecipação de ICMS foi utilizado diversas vezes pelo governo de Goiás e ficou um saldo próximo de R$400 milhões que o Estado pegou, mas não descontou no imposto pago pelas empresas goianas. A informação foi revelada pelo presidente da ADIAL (Associação Pró-Desenvolvimento Industrial de Goiás), Otávio Lage Siqueira Filho, em entrevista ao Jornal da Manhã da Rádio 107,3 FM.

“Temos aí entorno de R$400 milhões para receber do Estado, foi solicitado que nós antecipássemos o ICMS (na gestão de Marconi Perillo) e isso foi feito e seria pago em tantos meses, só que não aconteceu. Isso há uns três ou quatro anos atrás”, disse ele.

“Já tivemos uma combinação de um ano que foi o Protege para que o governo (de Goiás) tivesse esse fôlego. Então, o setor empresarial estaria aceitando para ajudar o Estado, já fizemos isso em outras épocas, fizemos um adiantamento que não está sendo pago”, completa o presidente da ADIAL.

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Recuperação Fiscal

O governo de Goiás deve receber nos próximos dias um estudo jurídico da ADIAL sobre a redução de benefícios e incentivos fiscais dentro do programa de Recuperação Fiscal. O governador Ronaldo Caiado já evidenciou que pretende reduzir 10% nestes programs para, supostamente, atender ao programa. No entanto, a entidade empresarial entende diferente e o documento servirá para contestar a intenção do governador.

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