29 de fevereiro de 2024
Aparecida de Goiânia • atualizado em 27/02/2021 às 15:15

Escolas particulares aguardam decreto mas não veem necessidade de interromper atividades

Presidente do Sindicato das Escolas Particulares em Goiás, Flávio Castro não vê necessidade de centros educacionais serem inseridos no decreto de lockdown (Foto: CEE)
Presidente do Sindicato das Escolas Particulares em Goiás, Flávio Castro não vê necessidade de centros educacionais serem inseridos no decreto de lockdown (Foto: CEE)

As escolas particulares de Goiânia e Região Metropolitana não veem motivos para serem inseridas no lockdown que será anunciado neste sábado (27) pelos prefeitos que fazem parte do conglomerado de municípios. Ao menos é o que pontua o presidente da entidade que representa a rede privada no Estado, Flávio de Castro.

Em entrevista concedida ao Diário de Goiás, site parceiro do site Altair Tavares, Castro pontua que está aguardando o decreto para saber mais detalhes do seu conteúdo e que se for para contribuir, as escolas não mostrariam oposição a uma interrupção nas atividades pelos próximos sete dias, mas não vê a necessidade disso.

“Depois de quase um ano de pandemia, observou-se que as escolas não contribuem para a proliferação do vírus”, destacou. Ele citou que há estudos que mostram que os estabelecimentos de ensino não são ambientes de disseminação da covid-19. “Não há comprovação de transmissão de nenhum caso de transmissão dentro da escola”, pontuou.

Com relação à alta no caso entre jovens, Castro destacou que não há nada que indique que a transmissão foi no ambiente escolar e alega que muitos adolescentes não respeitam as regras de isolamento social indo a festas e outros eventos recreativos. O presidente do sindicato, no entanto, garantiu que o setor irá acatar um possível lockdown. “Se for para ajudar, claro que as escolas não vão se opor”, pontuou.

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