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Segundo pesquisa do Coworking Brasil, existem quase 1.200 espaços compartilhados no Brasil. Na comparação entre os censos feitos entre 2017 e 2018, houve um crescimento de 48% no número de estabelecimentos registrados. A pesquisa foi feita nos cerca de 600 municípios brasileiros com mais de 150 mil habitantes, incluindo Goiânia, que está entre as 15 cidades que mais têm espaços de trabalho compartilhados. Atualmente, são 18 dessas estruturas espalhadas na capital goiana.

Inspirada na tendência mundial dos escritórios compartilhados, Goiânia conta com exclusivo coworking para profissionais do mercado imobiliário. Oferecido pela GPL Incorporadora, o espaço é frequentado por todos os profissionais credenciados ao Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), independente de ele manter parcerias comerciais com a construtora. 

Mesmo morando sozinha e tendo espaço para fazer home office, Cida escolheu usar o coworking há um ano por, dentre outros benefícios, ter a possibilidade de fazer networking. “O espaço de trabalho compartilhado do residencial Pátio Coimbra é um verdadeiro presente, pois podemos fazer contatos e dar sequência nos atendimentos, além encontrarmos vários outros colegas do mercado imobiliário”, afirma a corretora que acrescenta ainda que o local oferece gratuitamente serviço de internet e o conforto de salas com ar condicionado. 

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O espaço é para uso exclusivo de corretores de imóveis, comportando até 18 pessoas trabalhando simultaneamente. Segundo a corretora que está há quase 30 anos no mercado, o coworking otimiza muito o trabalho, proporcionando conforto para os profissionais. O espaço do Pátio Coimbra está mobiliado com quatro mesas individuais e duas mesas compartilhadas, locais para descanso e até uma biblioteca comunitária. 

Tendência
Os chamados coworkings começaram a se popularizar no Brasil em 2012 e desde então esses espaços compartilhados, que podem ser privados ou públicos, passaram a movimentar todo um ecossistema de profissionais das mais diversas áreas, principalmente da tecnologia. Romeo Busarello, que é considerado um dos executivos mais inovadores do Brasil, lembra que há sete anos a cidade de São Paulo tinha apenas dois coworkings, onde trabalhavam 60 pessoas. Em 2018, o número de espaços como esse na capital paulista já havia ultrapassado a casa de 270, segundo consta no Censo Coworking Brasil. “É uma indústria que envolve hoje, só em São Paulo, mais de 60 mil pessoas”, destacou Romeo Busarello em passagem recente por Goiânia.

O mercado de escritórios compartilhados movimentou R$ 127 milhões só no ano passado. Reunindo cerca de 90 mil estações de trabalho, os quase 1.200 coworkings espalhados pelo Brasil receberam um público de 214 mil pessoas em 2018. O segmento também gerou mais de sete mil empregos diretos. 

O analista de sistemas Ronny Carlos Barbosa de Oliveira é usuário frequente de coworkings. Ele chegou inclusive a dividir o aluguel de uma sala comercial no Jardim Goiás, em Goiânia, para montar lá sua agência de comunicação compartilhando o mesmo espaço com outra empresa. “Do ponto de vista do negócio, eu vejo os coworkings com duas qualidades que favorecem tanto profissionais autônomos como empresas de pequeno porte: a economia de dinheiro no aluguel, que no meu caso era compartilhado; e o ponto físico para você receber seus clientes, o que também colabora para dar mais segurança a quem te contrata, sabendo o endereço físico onde ele pode te encontrar”, diz.

Como posso usar?

Para usar o coworking do Pátio Coimbra, os profissionais devem fazer reserva (gratuita) das estações de trabalho junto à GPL Incorporadora, empresa responsável pelo empreendimento. As reservas das estações de trabalho poderão ser feitas previamente pelo no número (62) 3941-7001. Quem chegar ao coworking sem ter feito reserva poderá usufruir do espaço, desde que haja estações de trabalho disponíveis. A sala funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

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