Entenda o serviço de assinatura de veículos
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Os altos custos e a burocracia necessários para manter um veículo no país têm levado os consumidores a buscar alternativas mais baratas.

Nesse sentido, o modelo de assinatura anual de carros, recém-lançado no mercado brasileiro, tem se mostrado uma opção bastante atrativa. Diferentemente da modalidade de aluguel de carros a curto prazo, trata-se de uma opção para aqueles consumidores que precisam bastante do carro e o utilizam cotidianamente, somando um uso anual de mais de 25 mil quilômetros por ano.

Atualmente, a opção de ter um carro novo a cada dois anos para rodar tranquilamente pela cidade não se reduz ao valor do carro. A manutenção de um veículo próprio exige gastos com seguro, impostos e documentação, bem como tempo livre para a resolução de questões burocráticas e eventuais problemas com o automóvel.

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Adicionalmente, para a realização da troca bianual, é necessário negociar o veículo antigo e buscar boas ofertas. O ritmo da depreciação dos carros novos no Brasil acaba levando o consumidor a solicitar, muitas vezes, um financiamento para a realização da compra do próximo carro após a venda do antigo, o que encarece ainda mais essa transação.

O aluguel anual de carros é a mais nova modalidade de negócios que chega ao Brasil em busca de resolver esses impasses dos consumidores brasileiros – e promete possibilitar uma experiência livre de preocupações. Após realizar a assinatura de um carro novo, o único dever do motorista é o pagamento das mensalidades. E, caso ocorra algum problema com o veículo, as seguradoras costumam promover a troca imediata, de modo a não ocasionar nenhuma mudança na rotina de seus clientes.

De acordo com os analistas de leasing de carros, no Brasil, pagar o aluguel de um carro zero-quilômetro por dois anos é mais barato do que comprar um carro equivalente com todos os custos incluídos. Custos que envolvem, além do valor do veículo, documentação, seguros, impostos, manutenção e juros de financiamento.

A seguradora pioneira no lançamento dessa modalidade de negócios para o consumidor comum no país é a Porto Seguro, por meio de seu programa Carro Fácil. Nesse programa, os cuidados do consumidor com a conservação do carro se convertem em benefícios no momento da contratação para o ano seguinte. A Porto Seguro também oferece um serviço de manutenção 24 horas, todos os dias da semana.

No site do Porto Seguro Carro Fácil, é possível realizar simulações que comparam os gastos com a compra de um carro novo com o valor de seu aluguel anual. São considerados, por um lado, os valores disponibilizados pelo cliente para a compra do carro e se possui o dinheiro à vista ou realizaria alguma forma de parcelamento; e, por outro lado, os valores gastos para o aluguel do mesmo carro novo por um ano.

No caso dos carros populares, que custam na faixa dos R$ 30.600 – como o veículo Cobalt Flex 1.8 automático, se quitado em 12 parcelas com uma entrada de 20% –, a economia, considerando-se apenas o valor de financiamento do veículo, pode chegar a 10% de seu valor total na modalidade de aluguel anual. O gasto mensal para alugar esse carro novo é, de acordo com o simulador da Porto Seguro, uma média de R$ 2.310, somando um total de R$ 27.720 ao ano.

Para os que preferem modelos mais confortáveis, como o EcoSport 2.0 Flex automático, da Ford, na faixa dos R$ 91.400 à vista, a assinatura anual também é uma opção bastante vantajosa. De acordo com o simulador do Programa Carro Fácil, é possível obter uma economia de 5% relativamente aos valores desembolsados para a compra do carro em 12 parcelas, com uma entrada de 20%. Com um gasto mensal em torno de R$ 3.200, é possível ter em mãos um EcoSport zero-quilômetro – e  ainda investir o dinheiro que seria imobilizado na compra do carro em aplicações no mercado financeiro.

São inegáveis as vantagens do aluguel anual de carros, principalmente para aqueles que não abrem mão de rodar com um carro novo. No entanto, nem só de cálculos de custo-benefício é feita a cabeça dos consumidores. A venda do carro próprio para a utilização desse novo modelo deve vir acompanhada de mudanças culturais mais profundas. Conforme indica uma série de estudos contemporâneos, em tempos de globalização e intensificação da mobilidade humana a propriedade começa a perder a importância para as novas gerações. E pagar para usar começa a fazer mais sentido do que pagar para ter.

 

 

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