28 de fevereiro de 2024
Polêmica • atualizado em 07/08/2023 às 08:16

Caiado culpa “stress causado pela reforma tributária” por fala separatista de Zema

O chefe do executivo usou as redes sociais neste domingo (06) para fazer a manifestação
O governador Ronaldo Caiado (União Brasil) concede coletiva com jornalistas (Foto: Divulgação)
O governador Ronaldo Caiado (União Brasil) concede coletiva com jornalistas (Foto: Divulgação)

O governador Ronaldo Caiado (União Brasil) destacou que o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) não foi feliz em sua declaração dada ao Estadão do último sábado (05) em uma fala que foi entendida como separatista pelo meio político, mas culpou o ‘stress causado pela reforma tributária’. O chefe do executivo usou as redes sociais neste domingo (06) para fazer a manifestação.

“Sobre a polêmica a respeito de falas de colegas governadores neste final de semana, meu sentimento é que a Reforma Tributária está estressando todos nós”, destacou. “Como eu tenho alertado desde o início, as mudanças propostas neste texto trazem mais divisões e problemas do que soluções ao País.”, pontuou.

Caiado então pregou união e luta pela autonomia de estados, o que tem promovido desde o início do debate. “O Conselho Federativo pode ser bom para alguns neste momento, mas amanhã o pêndulo muda de lado”, salientou. “Concentrar mais poderes na União vai acirrar o enfrentamento entre Estados e estimular uma judicialização sem precedentes”, alertou.

Por fim, comentou a fala de Zema. “Entendo que ele fez uma comparação, que não foi feliz, dando margem a todas essas interpretações que estão circulando. Mas acredito que em breve ele vai explicar este mal entendido”, destacou.

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A fala de Zema

Ao se referir à Reforma Tributária proposta pelo governo federal, Zema comparou os estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste com vaquinhas que produzem pouco e recebem bom tratamento, enquanto os estados do Sul e Sudeste, segundo ele, produzem mais e são deixados de lado. Nas redes, o governador de Minas Gerais foi apoiado pelo governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.


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