Eliton e Perillo na posse, em 2016 (Foto Divulgação Assessoria)
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Há exatos dois anos, o vice governador de Goiás, José Eliton Jr (PSDB), tomava posse como secretário de segurança pública do Governo de Goiás, e dizia a frase de efeito que marcava aquele dia: “Bandido tem que ter medo da polícia”, segundo ele, ao afirmar que daria apoio para que a corporação enfrentasse a criminalidade. O atual e o vice tem muita similaridade no discurso.

À época (2016), Eliton prometia “que na próxima semana (em 2016) pretende encaminhar a Assembleia Legislativa projeto que visa dificultar o desmanche de veículos em Goiás”.

“Acho que é buscar fazer com que o Estado de Goiás encontre um ambiente mais tranquilo. O combate à violência não começou hoje e não vai terminar amanhã. É uma ação continuada. Temos uma resposta a dar a sociedade por conta dos últimos acontecimentos”, afirmou o novo secretário, José Éliton, em reportagem do Diário de Goiás, veiculada na data. 

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Na mesma data, na tentativa de afirmar que o governo ampliava o apoio para a segurança pública, Marconi Perillo (PSDB) declarou: “Bandido não pode ficar aqui em Goiás”. No entanto, Marconi relembrou que o fato de matar os bandidos não ajudará na redução dos índices, principalmente, de homicídios. “Não adianta combater crime com o crime. Se você mata os bandidos, a curva dos homicídios não desce. É preciso resolver de forma muito inteligente, reduzir os indicadores todos de violência”, ressaltou o governador ao Diário de Goiás. 

À época, o Coronel Ricardo Rocha, assumia o Comando do Policiamento da Capital e dizia: “Polícia não tem que levar flores para bandido”.

Passados dois anos, o governo de Goiás, fez um concurso, trocou de secretários por 2 vezes (Ricardo Balestreri e Irapuan Costa Júnior), reduziu os índices, mas o tema da segurança continua na pauta prioritária da política.

O policial tem sido muito maltratado pela mídia, disse o novo secretário, durante a posse. No geral, com um discurso muito parecido com o que pregava José Eliton quando foi secretário da área. Por isso, tem muito sentido que o ex-governador tenha sido o indicado para o cargo.

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