As prioridades econômicas do governo Dilma

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A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira que o mundo passa por um momento “bastante instável” e “bastante crítico” do ponto de vista econômico. Ela sustentou que, diante deste cenário, os principais objetivos do governo brasileiro são reequilibrar o orçamento nacional, reduzir a inflação e reconstruir a capacidade de investimento público e privado do País. As declarações foram dadas durante a inauguração da pista leste da Via Mangue, em Recife (PE).
“Isso [equilíbrio fiscal, redução da inflação e estimular investimento] nós vamos fazer e estamos fazendo. Essa obra [Via Mangue] faz parte desse esforço de que, mesmo tendo de fazer ajustes, nós continuamos investindo. Aliás, todas as reformas que nós fizemos são para preservar investimentos ou então programas sociais”, disse.
A Avenida Celso Furtado, conhecida como Via Mangue, é a maior obra viária construída em Recife, com 4,37 km de extensão, e interliga os bairros de Boa Viagem e do Pina. O investimento total na obra foi de R$ 433,2 milhões, sendo R$ 331 milhões de financiamento do governo federal e R$ 102,2 milhões de contrapartida municipal.
Ainda em seu discurso, a presidenta lembrou que em 2015, mesmo com a crise econômica, o governo conseguiu garantir que 906 mil pessoas tivessem acesso ao ensino universitário, através das universidades públicas, do Prouni e do Fies, bem como entrou 445 mil moradias do Minha Casa Minha Vida.
Perenização do São Francisco

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Entre as obras previstas para 2016, a presidenta Dilma destacou a importância da integração do São Francisco.
“Com a integração do São Francisco, nós vamos perenizar 1.000 quilômetros de rio. Vamos assegurar que o convívio com a seca seja uma realidade. Então essa obra integração do São Francisco, será mantida porque nosso objetivo é que, no final desse ano, a gente possa estar em condições de inaugurar tanto o Trecho Leste como o Trecho Norte. Beneficiando Pernambuco, Ceará, beneficiando a Paraíba, enfim, beneficiando todos aqueles estados que se tornarão mais resistentes diante da seca”.

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