José Vitti, deputado estadual (Foto Y.Maeda - Portal Alego)
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Antes da eleição para governador de Goiás, o projeto do orçamento impositivo, que destina 1,2% da Receita Corrente Líquida para emendas de parlamentares, tinha tramitação tranquila até que o deputado estadual Bruno Peixoto (MDB) defendeu adiamento da vigência por 2 anos. O objetivo é dar mais liberdade ao governador eleito, Ronaldo Caiado (DEM) para a administração do governo de Goiás.

Surgem as vozes contrárias. O presidente da Assembleia Legislativa, José Vitti (PSDB), defende o projeto para vigorar a partir do primeiro semestre do próximo ano.

“É uma conquista dos deputados. Se não é possível cumprir 1,2%, o que será possível? Basta haver um bom entendimento, sem prejudicar o orçamento do Estado”, assinalou, segundo sua assessoria de imprensa.

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Vitti revelou que se reuniu com o governador eleito Ronaldo Caiado (DEM) e que, entre outros assuntos, abordou com ele cumprimento da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que estabeleceu do Orçamento Impositivo, alvo de uma nova PEC, de autoria do deputado Bruno Peixoto (MDB), que transfere para 2021 o prazo de pagamento das emendas parlamentares

“Eu não vou trabalhar contra nem a favor da prorrogação. Vou deixar que o Parlamento avalie se isso é positivo ou não para a Casa. Não recebi nenhum pedido do governador eleito para prorrogar a PEC. Disse a ele que seria prudente ter todos os dados do Estado, entender qual a real situação e aí sim decidir sobre esse assunto”, relatou.

José Vitti foi candidato a suplente de senador na chapa derrotada com Lúcia Vânia (PSB) e, consequentemente, não terá mandato a partir do ano que vem com a posse dos novos eleitos.


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