Jornalista Cleisla Garcia lança 2º livro e foca suicídio de jovens

Quando Cleisla Garcia foi escalada para participar da série de reportagens “Suicídio – Alerta aos jovens”, da Record TV, a jornalista não podia imaginar os relatos que ouviria ou os dados aos quais teria acesso. A cada nova entrevista sobre o tema, uma porta se abria e revelava não apenas estatísticas assustadoras – como o número de suicídio entre jovens ter atingido 5,7 casos para cada 100 mil habitantes -, mas o que é possível fazer para ajudar quem está pensando em tirar a própria vida?

O suicídio é a quarta maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos -a principal são agressões, segundo estatística divulgada em 2017.

O que leva pessoas aparentemente saudáveis e felizes a cometerem suicídio? Quais sinais quem está pensando em se matar emite antes de tentar? Existe um perfil suicida? Como o jogo Baleia Azul, que aterrorizou pais, recruta jovens para seus desafios mortais? Filmes e séries, como 13 Reasons Why, podem mesmo levar pessoas a cometerem suicídio ou servir de alerta para pais e familiares?

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Em SobreViver, Cleisla aprofunda sua pesquisa e vai além do que foi mostrado na TV. Aqui, ela traz as respostas para essas e outras perguntas por meio de relatos de jovens que tentaram tirar a própria vida – e sobreviveram para contar -, familiares que buscam se reerguer após a perda trágica de um ente querido, médicos, psicólogos e voluntários que lutam pela prevenção ao suicídio, causa de morte que, no mundo, já ultrapassa o número de homicídios.

Sempre preocupada em seguir as cartilhas da Associação Brasileira de Psiquiatria, do Conselho Federal de Medicina e do Centro de Valorização da Vida (CVV) sobre como divulgar casos de suicídio sem incentivá-los, Cleisla nos oferece um relato delicado e transformador sobre como lidar com um assunto que está, infelizmente, cada vez mais presente na nossa vida.

O tema é atual e de abordagem necessária para que mitos sejam derrubadas. E, como já foi dito, o asssunto não pode ficar escondido. Ao contrário, é preciso tocar no problema para entendê-lo.


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