Detran GO cadastra venda de peças usadas para combater desmanches

Nesta semana, o Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO) pretende iniciar o cadastro de comerciantes de peças usadas em Goiás. O objetivo da medida é melhorar a segurança e a confiabilidade dos consumidores e combater o desmanche de carros. O pré-cadastro das lojas e das peças de revenda deve ser realizado no Detran até o dia 31.

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As empresas precisam ser credenciadas junto ao Detran para efetuar a revenda de peças usadas. De acordo com o Gerente de Ação Integrada do Detran, Wilson Luis Vieira, esse cadastro é fundamental para o controle das peças vendidas no Estado.

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“Esse pré-cadastro vai estar disponível no site do Detran a partir da próxima semana. Isso é uma medida já autorizada pela presidência”, explica. O órgão também tem o aplicativo para acesso a informações. ( Leia mais sobre o App Detran )

Etapas do cadastro

O cadastro vai funcionar em duas etapas. A primeira será das empresas, onde dados como local de atuação, ramo de atividade, meios de contato e o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) serão recolhidos para a formação de um banco de dados. A segunda etapa é o cadastro das peças, com o recolhimento de informações sobre o tipo de peça, a origem e as condições.

O gerente do Detran afirma que o controle e a segurança são os principais pontos da iniciativa. “Inicialmente pensamos na segurança do próprio consumidor. Ele vai comprar um produto que tenha uma procedência regular, que não vai estar colocando em risco ele e sua família. Além de dar segurança ao próprio empreendedor”, pontua.

Com a medida, a expectativa do Detran-GO é que haja expressiva redução na comercialização de peças roubadas. “Tanto a fiscalização quanto a própria comercialização dessas peças serão facilitadas. Essas peças irão estar em um sistema virtual para que os consumidores possam visualizar. Vai permitir também a implantação de um seguro popular, ou seja, as seguradoras poderão comercializar em Goiás a reparação de veículos a partir de peças usadas. O que torna o produto final mais barato”, diz Wilson Luis Vieira.

 

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