Cooperativismo financeiro é tema de Painel  do Sicoob Engecred-GO

Dois grandes nomes do empreendedorismo nacional se encontram na segunda edição do Painel Cooperativismo Financeiro realizado pelo Sicoob Engecred-GO, em Goiânia, nesta quinta-feira (27), com o tema: “Investir. Cooperar. Empreender.”  Vice-presidente do Conselho de Administração do Grupo Sabin, Janete Vaz, falará sobre “Empreender no mundo globalizado”; o diretor de Operações do Bancoob, Ênio Meinen apresentará o “Cooperativismo de crédito como mecanismo de promoção de justiça financeira”.

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Aproximadamente 300 cooperados e convidados especiais conhecerão o caso de sucesso do Laboratório Sabin, sob a ótica da sustentabilidade: pessoas, finanças e meio ambiente.

O cooperativista, Ênio Meinen, que contabiliza 34 anos de experiência no cooperativismo financeiro, trará uma abordagem atualizada sobre o avanço da economia compartilhada no Brasil. Desde maio de 2009, ele está à frente da diretoria do Bancoob. Também é professor e autor de vários livros e artigos sobre o cooperativismo financeiro.

Segundo explicou o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Engecred-GO, Argemiro Mendonça, ampliar a percepção da sociedade sobre o que o cooperativismo financeiro pode fazer por ela é um dos resultados esperados dessa ação.

“Estamos prestando um serviço relevante ao mostrarmos para empresários, empreendedores e executivos de diferentes setores produtivos da Grande Goiânia e de outras localidades do Estado de Goiás, como o cooperativismo financeiro quebra o paradigma entre querer ganhar mais e buscar pagar menos, existente na relação entre bancos e clientes, porque todo cooperado é dono da cooperativa”, explica Argemiro.

Segundo o diretor geral do Sicoob Engecred-GO, Fabrício Modesto Cesar, pelo segundo ano consecutivo o Painel faz parte da programação de comemoração de aniversário da cooperativa.

Em setembro de 2018, o Sicoob Engecred-GO completa 17 anos de atividades. “Já faz parte do DNA da cooperativa realizar eventos que buscam apresentar para pessoas físicas e jurídicas o potencial de fazer parte de uma instituição financeira cooperativa. Hoje, temos todos os produtos e serviços que um banco comercial tem, e mais: participamos do desenvolvimento das comunidades onde atuamos”, reforça Fabrício.

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