As maldades da reforma da previdência, segundo Bohn Gass

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Elvino Bon Gass é deputado federal do PT e, didaticamente, mostra o ponto de vista como um professor. Neste vídeo, publicado em dezembro de 2016, visto mais de 2,2 milhões de vezes até 5 de março, ele selecionou o que considera as 3 maiores maldades da reforma da previdência defendida pelo presidente Michel Temer. Após, assistir, qual a sua opinião?

A reforma da previdência também é contestada pela Associação Nacional dos Fiscais da Previdência (ANFIP) em livro divulgado recentemente. O resumo tem 14 pontos (LEIA MAIS AQUÍ: Reforma da Previdência: Reformar ou Excluir? )

Defesa da fidelidade da Reforma

O secretário de Previdência do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano, afirmou hoje (3) que o governo trabalha para aprovar uma reforma da Previdência “o mais fiel possível” à proposta enviada ao Congresso Nacional pelo Executivo no fim do ano passado. Caetano destacou, contudo, que os parlamentares têm “soberania”.

“O Congresso tem soberania. Tem uma proposta de emenda à Constituição, o presidente encaminha, mas quem aprova é tanto a Câmara dos Deputados quanto o Senado e nem sofre sanção ou veto presidencial. [Mas] o governo tem o interesse em manter a proposta o mais fiel possível. Se passa, naturalmente, por um processo de diálogo junto ao Congresso, uma tentativa de convencimento”, disse.

Caetano disse ainda que, mesmo com a recuperação do dinheiro dos devedores da Previdência, a reforma do sistema é “absolutamente necessária”. Parte desse débito é considerado de difícil recuperação, por se tratar de dívida antiga e, muitas vezes, de empresas que declararam falência.

“Só no ano passado, o déficit do INSS [Instituto Nacional do Seguro Social] já deu R$ 150 bilhões. A dívida é um estoque. É um dinheiro que está lá, recuperou e acabou. O déficit é um fluxo. Todo ano está tendo e com tendência de aumentar ao longo do tempo, por conta do próprio processo de envelhecimento populacional”, disse o secretário.